O meu trabalho move-se entre a arquitetura, os interiores, os objetos e as palavras.
Filipa Taborda
Casa na Azóia
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queríamos projetar, imaginar
uma vida a passar
nos ângulos por nós demarcados
Caminho · Uma sombra a dançar
Escrita
Toda a escrita
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luz com pés de lã, entra sem pedir licença mostra-se apenas no vazio deixado, não conta que a notem
Luz com pés de lã
Ler o poema -
parede cega, tela branca queríamos projetar, imaginar uma vida a passar nos ângulos por nós demarcados
Caminho
Ler o poema -
quando eras mar eu era terra que cansaço andar em paralelo quando o cruzamento podia ser belo
Paralelo
Ler o poema -
chávena segura nas mãos aqui nesta sala inflamada pela explosão laranja invocada, o tempo pára
Lume
Ler o poema -
uma sombra a dançar no palco dos dias sem saber que luz a agita, sem saber quem a guia
Uma sombra a dançar
Ler o poema
Sobre
Os meus textos e a minha poesia voltam muitas vezes aos mesmos temas do trabalho de projeto: cidades e paisagens, casas e objetos, beleza, memória e tempo.
Conhecer a Filipa
